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quinta-feira, dezembro 22, 2011

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Oração ou Reza?

Posted: 21 Dec 2011 04:00 AM PST

Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus

Oração ou Reza? Quantas vezes você já não ouviu esse paralelo ignorante que alguns protestantes fazem em relação a essas palavras? Quantas vezes você já não foi questionado a respeito de seu uso e desuso e, por fim, quantos de nós católicos também caem nessa falácia de que uma difere e profana a outra. ESTUPIDEZ e IGNORÂNCIA. Veremos que isso nada tem haver com que uma grande parte da população atual menciona como certo e errado.

Vermelho ou encarnado? Um termo vale o outro, com a diferença de que "vermelho" é da língua literária, "encarnado" da língua popular. Igualmente, "oração" é palavra clássica, ao passo que "reza" é da língua caseira. Mas o mesmíssimo significado: A elevação da mente e do coração a Deus, para o adorar, agradecer e pedir-lhe as graças de que necessitamos. É somente isto a vontade de Deus, não lhe interessa o som das palavras, diferentes nas várias línguas.

Isso vale aqueles que, destituídos de um mínimo de cultura ou honestidade intelectual, fazem das duas palavras, "oração" e "reza", um cavalo de batalha. "Nós oramos os católicos rezam: logo, os católicos estão errados". Os desinformados e/ou desonestos precisam saber que "oração" "orar" (sem necessidade de remontar ao hebraico "Or" (Luz)), são palavras originadas do latim, língua de Roma e, portanto, língua legítima da Igreja Católica: (Oratio , orare). Até a aparição dos primeiros protestantes (1520), foram de exclusividade nossa, na liturgia da Igreja Ocidental. Querer vender-nos o que é nosso é crime de estelionato!

Sendo um pouco mais específico Orar vem do latim orare; e rezar, do latim recitare, que também deu em português recitar. Já em latim, os verbos orare e recitare têm sentidos muito próximos: o primeiro significa "pronunciar uma fórmula ritual, uma oração, uma defesa em juízo"; o segundo, "ler em voz alta e clara" (portanto, o mesmo que em português recitar). Entretanto, para orare prevaleceu na latinidade e nas línguas românicas o sentido de rezar, isto é, dizer ou fazer uma oração ou súplica religiosa (cfr. A. Ernout–A. Meillet,Dictionnaire étymologique de la langue latine — Histoire des mots, Klincksieck, Paris, 4ª ed., 1979, p. 469). Nós, católicos, damos ao verbo rezar um sentido bastante amplo e genérico, e reservamos a palavra oração mais especialmente — mas não exclusivamente — para os diversos gêneros de oração mental, como a meditação, a contemplação etc. Não há razão, portanto, para fazer dessa ligeira diferença, comum nos sinônimos, um tema de disputas.

Os protestantes, entretanto, salientam a diferença por dois motivos. Primeiro, porque para eles serve de senha. Com efeito, acentuando arbitrariamente essa pequena diferença de matiz entre as palavras, eles utilizam orar em vez de rezar, e assim imediatamente se identificam comocrentes (como diziam até há pouco) ou evangélicos (como preferem dizer agora). Isso tem a vantagem, para eles, de detectar entre os circunstantes os outros protestantes que ali estejam. É um expediente ao qual recorrem todas as seitas dotadas de um forte desejo de expansão, como é o caso dos protestantes no Brasil.

Por outro lado, a oração, para os protestantes, não tem o mesmo alcance que para nós, católicos. Enquanto para nós o termo oração engloba todos os gêneros de oração — desde a oração de petição até as orações de louvor e glorificação de Deus — os protestantes esvaziam a necessidade da oração de petição, que para eles tem pouco ou nenhum sentido. Com efeito, como nós, católicos, sabemos, a vida nesta Terra é uma luta árdua, em que devemos pedir a Deus em primeiro lugar os bens eternos, e depois os bens terrenos de que temos necessidade. É o que ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo.

Até ontem, quando a Missa era em latim, assim como ainda hoje em boa língua portuguesa, o termo clássico era de uso comum, esses ignorantes deveriam verificar entre qualquer Igreja Católica, durante a Missa e ouvirão, mais de uma vez, o convite do celebrante: "Oremos!" E, uma vez o solene: "Orai irmãos para que nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai, Todo Poderoso". Dizer que a Igreja não ora é no mínimo preguiça de pesquisar a verdade, a Igreja nunca fez distinção entre uma coisa e outra, pois via e continua a ver o mesmo significado em ambas as palavras, o que sempre foi real, os santos e santas que nos antecederam assim já nos demonstravam:

"Depois que ficava em oração, via que saia dela muito melhorada e mais forte." Santa Teresa d'Ávila

"Assim como necessitamos continuamente da respiração, assim também temos necessidade do auxílio de Deus; porém se queremos, facilmente podemos atraí-lo pela oração." São João Crisóstomo

"Ora et Labora!"Reza e trabalha! São Bento

"Sabe viver bem quem sabe rezar bem." Santo Afonso Maria de Ligório

"A oração consiste em tratar a Deus como um pai, um irmão, um Senhor e um Esposo." Santa Teresinha

"Quem começou a rezar não deve interromper a oração, em que pesem os pecados cometidos."

"Com a oração poderá logo soerguer-se, ao passo que sem ela ser-lhe-á muito difícil. Não deixe que o demônio o tente a abandonar a oração por humildade" Santa Teresinha

Podemos perceber então que tal distinção não fazia e nunca fez parte da vida religiosa dos santos e santas da Igreja, como então continuarmos com esse paralelismo que, até entre os católicos hoje existe? Basta parar de acreditar na primeira besteira que se ouve e buscar a Sabedoria da Igreja de dois mil anos, que tem todas as respostas necessárias.

Ainda neste contexto perceberemos que nem mesmo o Catecismo da Igreja Católica difere uma coisa da outra, pois ao utilizar ambas demonstra que não existe e nunca existiu diferentes significados, podendo assim serem usadas sem problema algum de cometer um dito "erro", vejamos:

"A Oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus nos bens convenientes. De onde falamos nós, ao rezar?…" CIC 2559

"[...] Os Salmos alimentam e exprimem a oração do povo de Deus como assembléia, por ocasião das grandes festas em Jerusalém e cada sábado nas sinagogas. [...] Rezados e realizados em Cristo, os Salmos são sempre essenciais à oração de Sua Igreja." CIC 2586

"A oração não se reduz ao surgir espontâneo de um impulso interior; para rezar é preciso querer. Não basta saber o que as Escrituras revelam sobre a oração; também é indispensável aprender a rezar, E é por uma transmissão viva (a Sagrada Tradição) que o Espírito Santo, na 'Igreja crente e orante', ensina os filhos de Deus a rezar." CIC 2650

Fica evidente então a Sabedoria da Igreja e a Verdade que nela, através de Nosso Senhor, se expressa. Em outra Crítica protestante acerca da prática de tais palavras veremos, a seguir, o cuidado que devemos ter.

A CRÍTICA PROTESTANTE A RESPEITO DAS PALAVRAS REPETIDAS

Para sustentar que "não devemos orar repetidas vezes", os protestantes, como diz a missivista, apelam para a Bíblia. Provavelmente se referem ao Evangelho de São Mateus (6,7): "Nas vossas orações, não queirais usar muitas palavras, como os pagãos, pois julgam que, pelo seu muito falar, serão ouvidos".

A interpretação deste texto de São Mateus não é entretanto a que os protestantes lhe dão. Ele significa simplesmente que a eficácia da oração não decorre da loquacidade, mas sobretudo das boas disposições do coração. As disposições sendo boas, em princípio, quanto mais se reza, melhor! E o próprio Jesus Cristo Nosso Senhor deu o exemplo de uma oração longa e repetitiva no Horto das Oliveiras, quando, prostrado com o rosto em terra, rezou por mais de uma hora, dizendo: Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice; mas não se faça a minha vontade, e sim a vossa (cfr. Mt 26, 39-44; Lc 22, 41-45).

Quanto à necessidade da insistência na oração, no Evangelho de São Lucas (11, 5-8) se lê a impressionante lição do Divino Mestre: "Se algum de vós tiver um amigo, e for ter com ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, porque um meu amigo acaba de chegar a minha casa de viagem, e não tenho nada que lhe dar; e ele, respondendo lá de dentro, disser: Não me sejas importuno, a porta já está fechada, e os meus filhos estão deitados comigo; não me posso levantar para te dar coisa alguma. E, se o outro perseverar em bater, digo-vos que, ainda que ele se não levantasse a dar-lhos por ser seu amigo, certamente pela sua importunação se levantará, e lhe dará quantos pães precisar".

A reiteração de nossos pedidos a Deus deve pois chegar a esse ponto da importunação, segundo o conselho do mesmo Nosso Senhor. E por aí se vê como os protestantes, abandonando a sabedoria da Igreja e arrogando-se o direito ao livre exame, se afastam da reta interpretação das Sagradas Escrituras, fazendo ilações lineares, sem levar em conta outras passagens sobre o mesmo tema, o que é indispensável para chegar ao verdadeiro sentido de todas elas.

Que possamos com esta elucidação parar de fazer esse paralelismo errôneo e protestante e de uma vez por todas também aprender a nos defender nesta questão de fé, sempre com a caridade e piedade cristã que nos é lícita mas sem nunca deixarmos de anunciar a Verdade a nós revelada.

Que Nosso Senhor sempre vos Ilumine e que vosso coração sempre tenha espaço para a Santíssima Virgem Maria!


quarta-feira, dezembro 21, 2011

Oração ou Reza?

Oração ou Reza?

21 dezembro 2011 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Doutrina Católica

Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus

Oração ou Reza? Quantas vezes você já não ouviu esse paralelo ignorante que alguns protestantes fazem em relação a essas palavras? Quantas vezes você já não foi questionado a respeito de seu uso e desuso e, por fim, quantos de nós católicos também caem nessa falácia de que uma difere e profana a outra. ESTUPIDEZ e IGNORÂNCIA. Veremos que isso nada tem haver com que uma grande parte da população atual menciona como certo e errado.

Vermelho ou encarnado? Um termo vale o outro, com a diferença de que "vermelho" é da língua literária, "encarnado" da língua popular. Igualmente, "oração" é palavra clássica, ao passo que "reza" é da língua caseira. Mas o mesmíssimo significado: A elevação da mente e do coração a Deus, para o adorar, agradecer e pedir-lhe as graças de que necessitamos. É somente isto a vontade de Deus, não lhe interessa o som das palavras, diferentes nas várias línguas.

Isso vale aqueles que, destituídos de um mínimo de cultura ou honestidade intelectual, fazem das duas palavras, "oração" e "reza", um cavalo de batalha. "Nós oramos os católicos rezam: logo, os católicos estão errados". Os desinformados e/ou desonestos precisam saber que "oração" "orar" (sem necessidade de remontar ao hebraico "Or" (Luz)), são palavras originadas do latim, língua de Roma e, portanto, língua legítima da Igreja Católica: (Oratio , orare). Até a aparição dos primeiros protestantes (1520), foram de exclusividade nossa, na liturgia da Igreja Ocidental. Querer vender-nos o que é nosso é crime de estelionato!

Sendo um pouco mais específico Orar vem do latim orare; e rezar, do latim recitare, que também deu em português recitar. Já em latim, os verbos orare e recitare têm sentidos muito próximos: o primeiro significa "pronunciar uma fórmula ritual, uma oração, uma defesa em juízo"; o segundo, "ler em voz alta e clara" (portanto, o mesmo que em português recitar). Entretanto, para orare prevaleceu na latinidade e nas línguas românicas o sentido de rezar, isto é, dizer ou fazer uma oração ou súplica religiosa (cfr. A. Ernout–A. Meillet,Dictionnaire étymologique de la langue latine — Histoire des mots, Klincksieck, Paris, 4ª ed., 1979, p. 469). Nós, católicos, damos ao verbo rezar um sentido bastante amplo e genérico, e reservamos a palavra oração mais especialmente — mas não exclusivamente — para os diversos gêneros de oração mental, como a meditação, a contemplação etc. Não há razão, portanto, para fazer dessa ligeira diferença, comum nos sinônimos, um tema de disputas.

Os protestantes, entretanto, salientam a diferença por dois motivos. Primeiro, porque para eles serve de senha. Com efeito, acentuando arbitrariamente essa pequena diferença de matiz entre as palavras, eles utilizam orar em vez de rezar, e assim imediatamente se identificam comocrentes (como diziam até há pouco) ou evangélicos (como preferem dizer agora). Isso tem a vantagem, para eles, de detectar entre os circunstantes os outros protestantes que ali estejam. É um expediente ao qual recorrem todas as seitas dotadas de um forte desejo de expansão, como é o caso dos protestantes no Brasil.

Por outro lado, a oração, para os protestantes, não tem o mesmo alcance que para nós, católicos. Enquanto para nós o termo oração engloba todos os gêneros de oração — desde a oração de petição até as orações de louvor e glorificação de Deus — os protestantes esvaziam a necessidade da oração de petição, que para eles tem pouco ou nenhum sentido. Com efeito, como nós, católicos, sabemos, a vida nesta Terra é uma luta árdua, em que devemos pedir a Deus em primeiro lugar os bens eternos, e depois os bens terrenos de que temos necessidade. É o que ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo.

Até ontem, quando a Missa era em latim, assim como ainda hoje em boa língua portuguesa, o termo clássico era de uso comum, esses ignorantes deveriam verificar entre qualquer Igreja Católica, durante a Missa e ouvirão, mais de uma vez, o convite do celebrante: "Oremos!" E, uma vez o solene: "Orai irmãos para que nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai, Todo Poderoso". Dizer que a Igreja não ora é no mínimo preguiça de pesquisar a verdade, a Igreja nunca fez distinção entre uma coisa e outra, pois via e continua a ver o mesmo significado em ambas as palavras, o que sempre foi real, os santos e santas que nos antecederam assim já nos demonstravam:

"Depois que ficava em oração, via que saia dela muito melhorada e mais forte." Santa Teresa d'Ávila

"Assim como necessitamos continuamente da respiração, assim também temos necessidade do auxílio de Deus; porém se queremos, facilmente podemos atraí-lo pela oração." São João Crisóstomo

"Ora et Labora!"Reza e trabalha! São Bento

"Sabe viver bem quem sabe rezar bem." Santo Afonso Maria de Ligório

"A oração consiste em tratar a Deus como um pai, um irmão, um Senhor e um Esposo." Santa Teresinha

"Quem começou a rezar não deve interromper a oração, em que pesem os pecados cometidos."

"Com a oração poderá logo soerguer-se, ao passo que sem ela ser-lhe-á muito difícil. Não deixe que o demônio o tente a abandonar a oração por humildade" Santa Teresinha

Podemos perceber então que tal distinção não fazia e nunca fez parte da vida religiosa dos santos e santas da Igreja, como então continuarmos com esse paralelismo que, até entre os católicos hoje existe? Basta parar de acreditar na primeira besteira que se ouve e buscar a Sabedoria da Igreja de dois mil anos, que tem todas as respostas necessárias.

Ainda neste contexto perceberemos que nem mesmo o Catecismo da Igreja Católica difere uma coisa da outra, pois ao utilizar ambas demonstra que não existe e nunca existiu diferentes significados, podendo assim serem usadas sem problema algum de cometer um dito "erro", vejamos:

"A Oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus nos bens convenientes. De onde falamos nós, ao rezar?…" CIC 2559

"[...] Os Salmos alimentam e exprimem a oração do povo de Deus como assembléia, por ocasião das grandes festas em Jerusalém e cada sábado nas sinagogas. [...] Rezados e realizados em Cristo, os Salmos são sempre essenciais à oração de Sua Igreja." CIC 2586

"A oração não se reduz ao surgir espontâneo de um impulso interior; para rezar é preciso querer. Não basta saber o que as Escrituras revelam sobre a oração; também é indispensável aprender a rezar, E é por uma transmissão viva (a Sagrada Tradição) que o Espírito Santo, na 'Igreja crente e orante', ensina os filhos de Deus a rezar." CIC 2650

Fica evidente então a Sabedoria da Igreja e a Verdade que nela, através de Nosso Senhor, se expressa. Em outra Crítica protestante acerca da prática de tais palavras veremos, a seguir, o cuidado que devemos ter.

A CRÍTICA PROTESTANTE A RESPEITO DAS PALAVRAS REPETIDAS

Para sustentar que "não devemos orar repetidas vezes", os protestantes, como diz a missivista, apelam para a Bíblia. Provavelmente se referem ao Evangelho de São Mateus (6,7): "Nas vossas orações, não queirais usar muitas palavras, como os pagãos, pois julgam que, pelo seu muito falar, serão ouvidos".

A interpretação deste texto de São Mateus não é entretanto a que os protestantes lhe dão. Ele significa simplesmente que a eficácia da oração não decorre da loquacidade, mas sobretudo das boas disposições do coração. As disposições sendo boas, em princípio, quanto mais se reza, melhor! E o próprio Jesus Cristo Nosso Senhor deu o exemplo de uma oração longa e repetitiva no Horto das Oliveiras, quando, prostrado com o rosto em terra, rezou por mais de uma hora, dizendo: Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice; mas não se faça a minha vontade, e sim a vossa (cfr. Mt 26, 39-44; Lc 22, 41-45).

Quanto à necessidade da insistência na oração, no Evangelho de São Lucas (11, 5-8) se lê a impressionante lição do Divino Mestre: "Se algum de vós tiver um amigo, e for ter com ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, porque um meu amigo acaba de chegar a minha casa de viagem, e não tenho nada que lhe dar; e ele, respondendo lá de dentro, disser: Não me sejas importuno, a porta já está fechada, e os meus filhos estão deitados comigo; não me posso levantar para te dar coisa alguma. E, se o outro perseverar em bater, digo-vos que, ainda que ele se não levantasse a dar-lhos por ser seu amigo, certamente pela sua importunação se levantará, e lhe dará quantos pães precisar".

A reiteração de nossos pedidos a Deus deve pois chegar a esse ponto da importunação, segundo o conselho do mesmo Nosso Senhor. E por aí se vê como os protestantes, abandonando a sabedoria da Igreja e arrogando-se o direito ao livre exame, se afastam da reta interpretação das Sagradas Escrituras, fazendo ilações lineares, sem levar em conta outras passagens sobre o mesmo tema, o que é indispensável para chegar ao verdadeiro sentido de todas elas.

Que possamos com esta elucidação parar de fazer esse paralelismo errôneo e protestante e de uma vez por todas também aprender a nos defender nesta questão de fé, sempre com a caridade e piedade cristã que nos é lícita mas sem nunca deixarmos de anunciar a Verdade a nós revelada.

Que Nosso Senhor sempre vos Ilumine e que vosso coração sempre tenha espaço para a Santíssima Virgem Maria!




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1.Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.
2.Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:
3.Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
4.Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
5.Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
6.Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
7.Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
8.Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
9.Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
10.Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
11.Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.
12.Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

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Espanha: beatificados 23 mártires da guerra civil

Posted: 20 Dec 2011 06:16 AM PST

Assassinados em 1936, “vítimas do ódio pela fé”

MADRI, segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 (ZENIT.org) – Durante missa solene celebrada na catedral de Santa María La Real de La Almudena, no coração de Madri, foram anunciados ontem 23 novos beatos, todos mártires mortos pela milícia durante a Guerra Civil (1936-1939) “como vítimas do ódio pela fé”. O ato foi presidido pelo cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, que representou o papa Bento XVI.

As 23 vítimas do ódio anticlerical e antirreligioso foram Francisco Esteban Lacalendola e outros 21 membros da congregação dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada, além de um leigo, Cándido Castán San José, pai de família. A cerimônia contou com a presença do superior geral dos Oblatos, membros da congregação, o arcebispo de Madri, cardeal Antonio María Rouco Varela, e bispos de vários países, entre os quais Espanha, Paraguai e Estados Unidos. Neste ano, justamente, celebra-se o 150º aniversário da morte do fundador da congregação, Charles-Joseph-Eugene de Mazenod (1782-1861), canonizado por João Paulo II em 3 de dezembro de 1995.
As raízes da perseguição de 1936 vêm da primeira metade do anos 1800. Em 1836, o então presidente do governo espanhol, Juan de Dios Alvarez Mendizábal, proclamou os decretos de desamortización, que confiscavam todos os imóveis considerados “improdutivos”,inclusive propriedades da Igreja.

Depois da queda da monarquia espanhola, em 1931, e da vitória da Frente Popular nas eleições de 1936, o anticlericalismo virou perseguição aberta contra os membros da Igreja, com prisões e execuções sumárias do clero, de religiosos e de fiéis. Os eventos obrigaram o papa Pio XI (1857-1939) a usar em setembro do mesmo ano a palavra “martírio” num discurso a um grupo de refugiados espanhóis.

Particularmente mal visto pela Frente Popular era o trabalho pastoral dos Missionários Oblatos. Após ameaças feitas em 1931 e 1934 contra a congregação, as pressões contra os frades culminaram em 22 de julho de 1936 num ataque de uma milícia armada contra a casa dos Oblatos em Pozuelo de Alarcón, a oeste de Madri, que acabou com a prisão de 38 pessoas. Oito delas, sendo sete frades e o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Católicos, Cándido Castán San José, foram baleadas em um parque na madrugada de 24 de julho, sem qualquer explicação nem julgamento.

Os outros foram libertados em 25 de julho, mas presos novamente em outubro e levados para o Cárcere Modelo, de Madri, onde sofreram graves maus-tratos. Dois frades foram mortos em 7 de novembro e treze outros em 28 do mesmo mês, em Paracuellos de Jarama, a nordeste da capital. Durante a execução, conforme depoimentos coletados pelo Postulador Geral da Causa de Beatificação, Pe. Joaquín Martínez Vega, OMI, ouviram-se palavras de perdão e a exclamação “Viva Cristo Rei!”.

Seu martírio (da palavra grega “testemunho”), compromisso missionário e perseverança na fé “usque ad sanguinem” foram oficialmente reconhecidos pela Igreja num decreto assinado pelo Santo Padre em 2 de abril deste ano.

O cardeal Amato ressaltou: “Eles não tinha feito nada de errado. Seu desejo era só fazer o bem a todos e anunciar o Evangelho de Jesus, que é uma boa notícia de paz, de alegria e fraternidade” (Rádio Vaticano, 17 de dezembro).

Durante a celebração, o cardeal recordou também que “os mártires de todos os tempos são testemunhas preciosas da boa existência humana, que responde à brutalidade dos perseguidores e dos carrascos com a delicadeza e a coragem dos homens fortes. Sem armas e com o poder irresistível da fé em Deus, eles venceram o mal, deixando para todos nós uma herança preciosa de bem”. ”Os carrascos são esquecidos, mas suas vítimas inocentes são lembradas e celebradas”.
Seu testemunho de fé nos deixa uma lição valiosa. ”A história, infelizmente, mostra que quando o homem arranca da consciência os mandamentos de Deus, ele também rasga do coração as fibras do bem, chegando a cometer atos monstruosos. Perdendo Deus, o homem perde a sua humanidade”, disse o cardeal, cujas palavras ecoam as de Bento XVI, ditas na semana passada.
O papa tinha afirmado na última quinta-feira, durante as Vésperas com universitários na Basílica do Vaticano: “Quantas vezes os homens tentaram construir o mundo sozinhos, sem ou contra Deus! O resultado é marcado pela tragédia das ideologias, que, no fim, se mostraram contra o homem e contra a sua profunda dignidade”.

O pontífice saudou com alegria a beatificação dos mártires espanhóis no final do ângelus deste domingo: “A alegria pela sua beatificação se une à esperança de que o seu sacrifício ainda dê muitos frutos de conversão e de reconciliação”.

Com dados do SeDoc – Serviço de Documentação da Rádio Vaticano


terça-feira, dezembro 20, 2011

Adorar imagens?

Adorar imagens?

2 março 2007 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Igreja

Uma das mais freqüentes acusações que nós, católicos, sofremos de nossos irmãos protestantes, é a de praticar a "idolatria", porque, segundo eles, "adoramos" imagens. Trata-se de uma acusação absolutamente sem fundamento, que somente se explica pelo desconhecimento da Palavra de Deus. Com efeito, os protestantes falam esse tipo de coisa dos católicos, muitas vezes com violência e de modo agressivo, simplesmente porque não sabem o que é idolatria.

Idolatria não é o uso de imagens no culto divino, mas prestar a uma criatura o culto de adoração que devemos exclusivamente a Deus. É por isso que São Paulo Apóstolo nos adverte que a avareza é uma idolatria (cf. Col 3,5), uma vez que o avarento coloca o dinheiro no lugar de Deus, como o valor supremo de sua vida.

Todo o comportamento humano depende de valores: é em vista de um determinado valor que escolhemos agir de um modo ou de outro. Se, por exemplo, preferimos gastar nosso tempo dando catequese para crianças, é porque essa opção nos pareceu mais valiosa do que outras.

Assim sendo, a forma como ordenamos as nossas ações vai depender de como hierarquizamos os valores que adotamos para reger nossas vidas. Se colocamos como valor supremo o prazer da vida corporal, certamente não poderemos levar uma vida de pureza e abnegação. Todavia, a forma como hierarquizamos esses valores, em nossa subjetividade, deve coincidir com a hierarquia objetiva dos valores presente no universo. Se isto não se der, haverá uma distorção entre a forma com que vemos o mundo e o próprio mundo.

Repetindo: a nossa hierarquia subjetiva de valores deve coincidir com a ordem objetiva de valores presente no cosmos. Se não for assim, estaremos dando a certas coisas mais importância do que elas merecem, enquanto a outras não prestamos o devido valor. Isto é introduzir a desordem em nossa alma, é quebrar a harmonia que deve existir em nosso interior.

Ora, o que há de mais importante no universo é Deus, pois é Ele quem o criou e sustenta no ser. Todo o cosmos depende de Deus para existir. Logo, também em nossa hierarquia de valores, Deus deve ocupar o primeiro lugar, como valor supremo. Todos os demais valores e ideais devem submeter-se a ele. Quando colocamos outro bem, valor ou ideal no lugar que é exclusivo de Deus, destoamos da ordem do cosmos e caímos na idolatria. Afinal de contas, todo o universo canta a glória de Deus (cf. Sl 18,2). Diz o salmista: "Louve a Deus tudo o que vive e que respira, / tudo cante os louvores do Senhor!" (Sl 150,5).

Quem, portanto, não coloca a Deus como valor supremo de sua vida, não apenas nega a adoração exclusivamente a Ele devida, como também prejudica a si próprio. Por isso Deus ordenou no primeiro mandamento de sua Lei: "Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da escravidão. Não terás outros deuses diante de mim" (Ex 20,2-3). Do mesmo modo o Senhor Jesus, quando repeliu o demônio que o tentava, repetiu o preceito: "Adorarás o Senhor teu Deus, e só a Ele servirás" (Mt 4,10).

Todavia, se devemos adorar somente a Deus, isso não significa que não devemos honrar e invocar seus santos e anjos. O mesmo Deus que ordenou que adorássemos só a Deus, também mandou honrar os pais (cf Ex 20,12), as autoridades públicas (cf. Rom 13) os nossos superiores e as pessoas mais idosas. Prestar honra a essas pessoas, simples criaturas, em nada prejudica a adoração devida exclusivamente ao Criador.

Se devemos honrar os governantes deste mundo, quanto mais os anjos, de cujo ministério Deus se serve para governar não só a Igreja, como também todas as coisas criadas. Foi por isso que Abraão prostrou-se diante dos três anjos que lhe apareceram em forma humana, para anunciar o nascimento de seu filho Isaac (cf. Gen 18,2).

Ensina a Igreja e a Sagrada Escritura que desde o início até a morte a vida humana é cercada pela proteção e intercessão do anjo da guarda: "Eis que eu enviarei o meu anjo, que vá adiante de ti, e te guarde pelo caminho" (Ex 23,20). Pela invisível assistência dos anjos, somos quotidianamente preservados dos maiores perigos, tanto da alma como do corpo. Com a maior boa vontade, patrocinam a nossa salvação e oferecem a Deus as nossas orações e nossas lágrimas. O Senhor Jesus advertiu que não se devia dar escândalo aos pequeninos, porque "seus anjos nos céus vêem incessantemente a face de seu Pai, que está nos céus" (cf. Mt 18,10). Se os anjos contemplam a Deus sem cessar, por que não seriam merecedores de grande honra?

Também o culto aos santos, longe de diminuir a glória de Deus, lhe dá o maior incremento possível. Canta a Virgem Maria no Magníficat que "o Poderoso fez em mim maravilhas" (Lc 1,49). Quando honramos retamente um santo, proclamamos as maravilhas que a graça de Deus operou na vida dele. Como se diz no Prefácio dos Santos, "na assembléia dos santos vós sois glorificado e, coroando seus méritos, exaltai vossos próprios dons". A santidade que veneramos nos homens santos é dom do único Santo. Honrando os santos, glorificamos a Deus que os santificou.

Deus é um Pai amoroso, a quem muito agrada ver seus filhos intercedendo uns pelos outros. Ademais, quis associar suas criaturas na obtenção e distribuição de suas graças. Muitas coisas Deus não as concede, se não houver a intervenção de um intercessor. Para que os amigos de Jó fossem perdoados, por exemplo, foi necessária a sua intercessão: "O meu servo Jó orará por vós; admitirei propício a sua intercessão para que se não vos impute esta estultícia, porque vós não falastes de mim o que era reto" (Jó 42,8). Também não é sinal de falta de fé em Deus, recorrermos à intercessão dos santos em nossas orações. O centurião, por exemplo, recorreu à intercessão dos anciãos dos judeus (cf. Lc 7,3) para que Jesus curasse seu servo, mas nem por isso o Senhor deixou de enaltecer sua fé com os maiores elogios: "Em verdade vos digo que não encontrei tanta fé em Israel" (Lc 7,9).

É verdade que temos um único Mediador na pessoa de Jesus Cristo Nosso Senhor. Só Ele nos reconciliou com o Pai pelo oferecimento de seu precioso sangue, entrando uma só vez no Santo dos Santos, consumou uma Redenção eterna (cf. Hebr 9,11-12) e não cessa de interceder por nós (cf. Hebr 7,25). Todavia, o fato de termos um único Mediador de Redenção, não significa que não podemos ter junto dele outros mediadores de intercessão. Se recorrer à intercessão dos santos prejudicasse a glória devida unicamente a Cristo Mediador, o Apóstolo Paulo não pediria, com tanta insistência, que seus irmãos rezassem por ele: "Rogo-vos, pois, irmãos, por Nosso Senhor Jesus Cristo e pela caridade do Espírito Santo, que me ajudeis com as vossas orações por mim a Deus" (Rom 15,30). "Se vós nos ajudardes também, orando por nós…" (2Cor 1,11). Se as orações dos que vivem nesta terra são úteis e eficazes para que sejamos ouvidos por Deus, quem dirá as orações daqueles que já estão em glória, contemplando a Deus face a face.

No livro dos Atos dos Apóstolos, conta-se que "Deus fazia milagres não vulgares por mão de Paulo, de tal modo que até, sendo aplicados aos enfermos os lenços e aventais que tinham tocado no seu corpo, não só saiam deles as doenças, mas também os espíritos malignos se retiravam" (At 19,11-12). E também que "traziam os doentes para as ruas e punham-nos em leitos e enxergões, a fim de que, ao passar Pedro, cobrisse ao menos a sua sombra algum deles" (At 5,15). Se as vestes, os lenços e a sombra dos santos, já antes de sua morte, removiam doenças e expulsavam demônios, quem será louco de dizer que Deus não possa fazer os mesmos milagres por intermédio deles, depois de mortos? E também disso as Sagradas Escrituras dão testemunho, quando se narra o episódio do cadáver lançado na sepultura do profeta Eliseu: "Logo que o cadáver tocou os ossos de Eliseu, o homem ressuscitou e levantou-se sobre os seus pés" (2Rs 13,21).

Todavia, se devemos honrar e venerar os santos e anjos como fiéis servidores do Senhor, é gravíssimo pecado colocá-los no lugar de Deus, prestando-lhes culto de adoração. Este abuso é estranho a verdadeira doutrina católica.

Quanto às imagens, é verdade que o Antigo Testamento proibia que fossem feitas: "Não farás para ti imagem alguma do que há em cima no céu, e do que há embaixo na terra, nem do que há nas águas debaixo da terra" (Ex 20,4). Todavia, precisamos compreender a razão desta proibição.

Os hebreus viviam no meio de povos idólatras, cujos deuses eram concebidos como tendo formas visíveis, muitas vezes com figura de animais. Para ressaltar a transcendência e a espiritualidade do Deus verdadeiro, este preceito proibia que os israelitas representassem a divindade com imagens. Com efeito, Deus em si mesmo não está ao alcance da nossa vista: é um ser puramente espiritual, não tem corpo, não cabe nos limites do espaço, nem pode ser representado por nenhuma figura. "Não vistes figura alguma no dia em que o Senhor vos falou sobre o Horeb do meio do fogo" (Dt 4,15).

Todavia, a encarnação do Filho de Deus superou a proibição de se fazer imagens. Isso porque, quando "o Verbo se fez carne, / e habitou entre nós" (Jo 1,14), Ele se tornou visível a nós como homem. Invisível em sua divindade, Deus se tornou visível na humanidade de nossa carne. Como diz o Prefácio do Natal do Senhor, "reconhecendo a Jesus como Deus visível a nossos olhos, aprendemos a amar nele a divindade que não vemos".

A diferença do cristianismo com todas as outras as religiões é que o nosso Deus se fez homem. O centro da Fé cristã é o mistério de Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro. Perfeitamente homem, sem deixar de ser Deus. Mesmo depois da Ressurreição, o Cristo manteve a sua natureza humana na sua integridade e perfeição, como fez questão de sublinhar aos Apóstolos: "Olhai para as minhas mãos e pés, porque sou eu mesmo; apalpai, e vede, porque um espírito não tem carne, nem ossos, como vós vedes que eu tenho" (Lc 24,39). Até hoje, no Céu, dentro do peito de Jesus bate incessantemente um coração de carne, em suas veias corre sangue verdadeiramente humano.

Jesus Cristo é "a imagem visível de Deus invisível" (cf. Col 1,15). Se antes eu não podia fazer imagens de Deus, pois enquanto tal Ele é invisível; após a Encarnação do Verbo eu não apenas posso como devo fazer imagens, para atestar que Deus se fez visível aos olhos dos homens. Ensina São João Damasceno: "Quando virmos aquele que não tem corpo tornar-se homem por nossa causa, então poderemos executar a representação de seu aspecto humano. Quando o Invisível, revestido de carne, torna-se visível, então representa a imagem daquele que apareceu…"

Assim sendo, toda vez que honramos uma imagem sagrada, damos testemunho da nossa Fé no mistério da Encarnação do Filho de Deus. Portanto, quem renega as imagens, de certo modo atenta contra a fé nesse mistério. Este foi o critério que São João propôs para discernir o anticristo: "Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio na carne, é de Deus; todo espírito que divide Jesus, não é de Deus, mas é um anticristo, do qual vós ouvistes que vem, e agora está já no mundo" (1Jo 4,2-3).

Rejeitar as imagens sagradas é voltar à Antiga Lei, quando Deus ainda não tinha se feito homem. Quem defende isso, para ser coerente, deve também praticar a circuncisão e guardar o sábado, como é prescrito na Lei de Moisés. Para essas pessoas, o Cristo não veio ainda.

Portanto, beijar uma imagem ou acender diante dela uma vela não são práticas idolátricas, mas atos de piedade. Somente pessoas ignorantes, que não compreendem os dogmas da Fé em seu verdadeiro sentido, podem ter a audácia de chamar de idolatria essas práticas.

Quem venera uma imagem, venera a pessoa que nela está representada. Aquilo que a Bíblia nos ensina com palavras, as imagens nos anunciam com figuras visíveis. A imagem re+presenta, ou seja, torna presente a pessoa simbolizada. Por isso podemos rezar diante das imagens como se estivéssemos diante das personagens que elas representam. Todavia, não podemos confundir essa presença, que é meramente uma presença simbólica, com a presença real de Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento da Eucaristia. Na imagem Jesus está presente como em um símbolo, na Eucaristia como realidade substancial. Por isso, diante do Santíssimo Sacramento fazemos genuflexão, diante de uma imagem fazemos o sinal-da-cruz ou uma simples reverência de cabeça.

Prefácio dos Santos, I
(Missal Romano)

Na verdade, é justo e necessário,
é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso.

Na assembléia dos santos vós sois glorificado
e, coroando seus méritos, exaltai vossos próprios dons.
Nos vossos santos ofereceis

um exemplo para a nossa vida,
a comunhão que nos une,
a intercessão que nos ajuda.
Assistidos por tão grandes testemunhas,
possamos correr, com perseverança,
no certame que nos é proposto
e receber com eles a coroa imperecível,
por Cristo, Senhor Nosso.

Enquanto esperamos a glória eterna,
com os anjos e todos os santos,
nós vos aclamamos,
cantando a uma só voz:

Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo.
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor.
Hosana nas alturas!

Autor: Dr. Rodrigo Pedroso

Termos pesquisados:

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  • parte da biblia que fala dos santos




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Comentários (50)

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Avatar de suzel

suzel · 238 semanas atrás

Todos nos sabemos, o quanto esse assunto eh polemico entre igrejas de denominacoes diferentes. Infelizmente, ha muitas delas e tbem cristaos que prestam cultam e adoracao a Santos. Fiquei muito feliz de ler o seu post e me certificar o quanto vc eh uma pessoa esclarecida. Eu costumo dizer que sou uma aprendiz Crista, e eu peco neste momento que o Espirito Santo de Deus nos ajude nessa caminhada aqui na terra. O Brasil eh um pais basicamente catolico, e esta enraizada em nossa cultura toda uma historia de conceitos e tradicoes.

A PAZ DO SENHOR ESTEJA COM VOCE
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Avatar de suzel

suzel · 238 semanas atrás

Todos nos sabemos, o quanto esse assunto eh polemico entre igrejas de denominacoes diferentes. Infelizmente, ha muitas delas e tbem cristaos que prestam cultam e adoracao a Santos. Fiquei muito feliz de ler o seu post e me certificar o quanto vc eh uma pessoa esclarecida. Eu costumo dizer que sou uma aprendiz Crista, e eu peco neste momento que o Espirito Santo de Deus nos ajude nessa caminhada aqui na terra. O Brasil eh um pais basicamente catolico, e esta enraizada em nossa cultura toda uma historia de conceitos e tradicoes.

A PAZ DO SENHOR ESTEJA COM VOCE
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Avatar de Andre Martins

Andre Martins · 188 semanas atrás

Bem, tenho minhas convicções, porém há algo q muito me intriga. Quando Cristo morreu o veu do templo se rasgou de alto a baixo, com é de conhecimento de todos. Nessa passagem tantos protestantes e catolicos creem no mesmo simbolo, de que Não ha mais separação entre Deus e o homem. Pois Bem, partindo desse principio e de que S. Paulo escreveu dizendo q só ha UM mediador q é Jesus Cristo. Me indagação é por que gastamos tempo pedindo interceções a homens e mulheres inclusive ao proprio S Paulo se ele mesmo disse q so ha Um mediador?
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Avatar de Andre Martins

Andre Martins · 188 semanas atrás

Bem, tenho minhas convicções, porém há algo q muito me intriga. Quando Cristo morreu o veu do templo se rasgou de alto a baixo, com é de conhecimento de todos. Nessa passagem tantos protestantes e catolicos creem no mesmo simbolo, de que Não ha mais separação entre Deus e o homem. Pois Bem, partindo desse principio e de que S. Paulo escreveu dizendo q só ha UM mediador q é Jesus Cristo. Me indagação é por que gastamos tempo pedindo interceções a homens e mulheres inclusive ao proprio S Paulo se ele mesmo disse q so ha Um mediador?
André,

A sua dúvida é muito comum, especialmente quando o católico tem muito contato com protestantes que tentam acusar a Igreja de doutrinas anti-cristãs.

Posso lhe indicar um artigo do portal Veritatis Splendor e que é muito elucidativo:

http://www.veritatis.com.br/article/5132
André,

A sua dúvida é muito comum, especialmente quando o católico tem muito contato com protestantes que tentam acusar a Igreja de doutrinas anti-cristãs.

Posso lhe indicar um artigo do portal Veritatis Splendor e que é muito elucidativo:
http://www.veritatis.com.br/article/5132
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Avatar de Vieslau

Vieslau · 186 semanas atrás

É verdade que Jesus Cristo é único Salvador que conseguiu para nos todas as graças divinas. Mas Ele distribue estas graças por meio de Maria, anjos e santos. Podemos fazer uma comparação pois somos criados na imagem e semelhança de Deus. É normal nas nossas famílias que o pai ganha dinheiro. Mas não só ele gasta este dinheiro. Ele dá uma parte para a esposa e alguma quantia para os filhos. Não só ele gasta o dinheiro que ele ganhou mas toda a família. Que triste seria família onde só pai podia gastar o dinheiro.
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Avatar de Vieslau

Vieslau · 186 semanas atrás

É verdade que Jesus Cristo é único Salvador que conseguiu para nos todas as graças divinas. Mas Ele distribue estas graças por meio de Maria, anjos e santos. Podemos fazer uma comparação pois somos criados na imagem e semelhança de Deus. É normal nas nossas famílias que o pai ganha dinheiro. Mas não só ele gasta este dinheiro. Ele dá uma parte para a esposa e alguma quantia para os filhos. Não só ele gasta o dinheiro que ele ganhou mas toda a família. Que triste seria família onde só pai podia gastar o dinheiro.
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Avatar de karine

karine · 186 semanas atrás

eu acho q imagens são como por exemplo fotos de pessoas especiais q vão ficar na lembrança para vc guardar com carinho e sempre estar se lembrando.isso nao é adorar imagem pelo meu ponto de vista.
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Avatar de karine

karine · 186 semanas atrás

eu acho q imagens são como por exemplo fotos de pessoas especiais q vão ficar na lembrança para vc guardar com carinho e sempre estar se lembrando.isso nao é adorar imagem pelo meu ponto de vista.
Intercessão dos Santos: Jesus é o único mediador entre Deus e a Humanidade, por isso tem o título de Kyrios (Senhor e Deus), Os Santos são citados em Apocalipse como míriades de servos que atendem a Deus, aqueles que vieram da tribulação e lavaram e alvejaram as suas vestes no sangue do Cordeiro (o Cristo). Deus não é um Deus dos mortos, como disse Jesus: O Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Somos todos intercessores (Comunhão dos Santos) e os Santos por viverem na Glória têm maior condição de obter os favores divinos. Imagens: Fazem parte da Tradição Cristã o uso das imagens e o seu uso é necessário e importante, se não fosse a Igreja proibiria pois ela é muito minimalista e tende a simplificar os ritos. As imagens são símbolos e portanto são consideradas sacras, sagradas, se forem exorcizadas pelos sacerdotes servem como um sacramental, assim como terços, cruzes, água benta, escapulários e medalhas, relíquias de santos, cinzas da 4a. feira de cinzas, utensílios litúrgicos, paramentos sacerdotais, etc. Espírito Santo é a terceira Pessoa da Santíssima Trindade, portanto sendo Deus, não precisa dizer "Espírito Santo de Deus", mas apenas Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Já pensou se essa onda pega e fica: Pai de Deus, Filho de Deus e Espírito Santo de Deus, o que implicaria em problemas teológicos enormes. Isso se deve ao tabu religioso de não confundir a terceira Pessoa da Santíssima Trindade com "espíritos" invocados por espíritas e crenças outras, mas o Espírito Santo é inconfundível pela sua ação e unção, e assim devemos chamá-lO, e não ficar criando nomenclaturas e apelidos com essa mania de "Espírito Santo DE DEUS". Aliás, o Pai e o Filho também são Pessoas espirituais, pois Deus é puro espírito. Somente a segunda Pessoa da Trindade possui Corpo Glorioso, pois assumiu a nossa humanidade, sendo em tudo igual a nós, exceto pelo Pecado, encarnou-se no seio da Virgem Maria (Mãe de Deus), padeceu, morreu na cruz pela nossa salvação (Credo Niceno-Constantinopolitano), foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia, apareceu a Maria Madalena, aos discípulos de Emaús, aos onze (sem Tomé), aos doze, apareceu a uma multidão e ascendeu (subiu) ao céu onde está à direita de Deus Pai, com o Espírito Santo (de Deus), onde reina e de novo há de vir na Parusia.
Intercessão dos Santos: Jesus é o único mediador entre Deus e a Humanidade, por isso tem o título de Kyrios (Senhor e Deus), Os Santos são citados em Apocalipse como míriades de servos que atendem a Deus, aqueles que vieram da tribulação e lavaram e alvejaram as suas vestes no sangue do Cordeiro (o Cristo). Deus não é um Deus dos mortos, como disse Jesus: O Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Somos todos intercessores (Comunhão dos Santos) e os Santos por viverem na Glória têm maior condição de obter os favores divinos. Imagens: Fazem parte da Tradição Cristã o uso das imagens e o seu uso é necessário e importante, se não fosse a Igreja proibiria pois ela é muito minimalista e tende a simplificar os ritos. As imagens são símbolos e portanto são consideradas sacras, sagradas, se forem exorcizadas pelos sacerdotes servem como um sacramental, assim como terços, cruzes, água benta, escapulários e medalhas, relíquias de santos, cinzas da 4a. feira de cinzas, utensílios litúrgicos, paramentos sacerdotais, etc. Espírito Santo é a terceira Pessoa da Santíssima Trindade, portanto sendo Deus, não precisa dizer "Espírito Santo de Deus", mas apenas Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Já pensou se essa onda pega e fica: Pai de Deus, Filho de Deus e Espírito Santo de Deus, o que implicaria em problemas teológicos enormes. Isso se deve ao tabu religioso de não confundir a terceira Pessoa da Santíssima Trindade com "espíritos" invocados por espíritas e crenças outras, mas o Espírito Santo é inconfundível pela sua ação e unção, e assim devemos chamá-lO, e não ficar criando nomenclaturas e apelidos com essa mania de "Espírito Santo DE DEUS". Aliás, o Pai e o Filho também são Pessoas espirituais, pois Deus é puro espírito. Somente a segunda Pessoa da Trindade possui Corpo Glorioso, pois assumiu a nossa humanidade, sendo em tudo igual a nós, exceto pelo Pecado, encarnou-se no seio da Virgem Maria (Mãe de Deus), padeceu, morreu na cruz pela nossa salvação (Credo Niceno-Constantinopolitano), foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia, apareceu a Maria Madalena, aos discípulos de Emaús, aos onze (sem Tomé), aos doze, apareceu a uma multidão e ascendeu (subiu) ao céu onde está à direita de Deus Pai, com o Espírito Santo (de Deus), onde reina e de novo há de vir na Parusia.
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Avatar de geraldo wanderley

geraldo wanderley · 180 semanas atrás

fiquei inpresionado com tanta informaçao,não sabia mais

como fazer a respeito de, imagens, cultos a santos sou novo na fé e estava presizando de ajuda.

meu paroco me esclareceu algumas coisas, e disse:

procuri mais, graças A DEUS encontrei esta pagina no

internet, não sou bom nas palavras, mai tinha que dexar o

meu agrdecimento a maravilhosas informaçao e esclarecimento.

pesso a DEUS agora que ilumine o seu caminho.

e não dexistamos de procurar a verdade, obrigado.
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Avatar de geraldo wanderley

geraldo wanderley · 180 semanas atrás

fiquei inpresionado com tanta informaçao,não sabia mais
como fazer a respeito de, imagens, cultos a santos sou novo na fé e estava presizando de ajuda.
meu paroco me esclareceu algumas coisas, e disse:
procuri mais, graças A DEUS encontrei esta pagina no
internet, não sou bom nas palavras, mai tinha que dexar o
meu agrdecimento a maravilhosas informaçao e esclarecimento.
pesso a DEUS agora que ilumine o seu caminho.
e não dexistamos de procurar a verdade, obrigado.
Li em um debate do vosso site sobre imagens e envio minha opinião:

Imagem é matéria e faz parte do cotidiano das pessoas em todos os tempos. Nos tempos Bíblicos o autor do Deuteronômio afirma que Deus mandou confeccionar imagens, nâo para adorá-las, mas com um sentido espiritual.

Nós, Católicos, só adoramos a Hóstia consagrada (Jesus Eucarístico). Disso podem nos crucificar. A Eucaristia é o ápice da vida do Cristão de fé Católica.

Péricles.
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Avatar de maria joao

maria joao · 170 semanas atrás

A confusão que a maior parte dos crentes não Catolicos faz tem a ver com os verbos "ADORAR" e "VENERAR"! Ou seja, nós veneramos os Santos mas Adoramos um só DEUS!penso que basta explicar isto!!bem haja!
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Avatar de Jacques P. Heinsen

Jacques P. Heinsen · 168 semanas atrás

A muito tempo cheguei a duvidar da santa igreja católica por causa de sementes ruins que semeavan em mim. Ouvia pessoas de Deus que clamavam ao senhor Deus e o que conseguiam era invocar os mortos para depois os mandarem embora. Diziam acerca da outra igreja como nós fossemos concorrência, que éramos idólatras e que o véu rasgou-se de cima a baixo. Abri meu coração ao verdeadeiro evangelho e não ao evangelho que eles diziam ser o antigo testamento e então fui me alimentando da verdade. O véu rasgou-se de cima a baixo porque Deus se irou com o seu povo, os judeus, que não acreditaram no salvador, aprendi tambem como o espírito santo age verdadeiramente em nós e que a idolátria se refere a adorar aquilo que não é Deus. Então se você coloca o sexo em primeiro lugar no seu interior espiritual, você de certo vai gostar tanto desse mundo, que não vai mais o largar, não terá família e se tiver, cometerá adulterio. Se for o alcool, você se viciará e se tornará alcólatra. É tão bom viver só com o nescessário que Deus nos dá. Na bíblia nosso jesus bebe vinho! e ao contrário do que alguns dizem ser suco de uva, a palavra vinho é a fermentação do suco de uva então passa ser alcool. Então por que que nosso Deus diz "NÃO SE EMBRIAGUEIS" será que o suco de uva daquele tempo embriagava??? Ainda acerca da idolatria, quem vive para o dinheiro e o coloca na frente de Deus, uma hora vai passar a perna em um irmão e em outra vai deixar de ajudar um irmão nescessitado. Para reparar o tempo que perdí em otras doutrinas, só me orgulhando de ser católico e pregando o evangelho verdadeiro que é o nosso cristo!!!! Fiquem na paz de cristo e com o amor de Maria!!
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Avatar de Jacques P. Heinsen

Jacques P. Heinsen · 168 semanas atrás

A muito tempo cheguei a duvidar da santa igreja católica por causa de sementes ruins que semeavan em mim. Ouvia pessoas de Deus que clamavam ao senhor Deus e o que conseguiam era invocar os mortos para depois os mandarem embora. Diziam acerca da outra igreja como nós fossemos concorrência, que éramos idólatras e que o véu rasgou-se de cima a baixo. Abri meu coração ao verdeadeiro evangelho e não ao evangelho que eles diziam ser o antigo testamento e então fui me alimentando da verdade. O véu rasgou-se de cima a baixo porque Deus se irou com o seu povo, os judeus, que não acreditaram no salvador, aprendi tambem como o espírito santo age verdadeiramente em nós e que a idolátria se refere a adorar aquilo que não é Deus. Então se você coloca o sexo em primeiro lugar no seu interior espiritual, você de certo vai gostar tanto desse mundo, que não vai mais o largar, não terá família e se tiver, cometerá adulterio. Se for o alcool, você se viciará e se tornará alcólatra. É tão bom viver só com o nescessário que Deus nos dá. Na bíblia nosso jesus bebe vinho! e ao contrário do que alguns dizem ser suco de uva, a palavra vinho é a fermentação do suco de uva então passa ser alcool. Então por que que nosso Deus diz "NÃO SE EMBRIAGUEIS" será que o suco de uva daquele tempo embriagava??? Ainda acerca da idolatria, quem vive para o dinheiro e o coloca na frente de Deus, uma hora vai passar a perna em um irmão e em outra vai deixar de ajudar um irmão nescessitado. Para reparar o tempo que perdí em otras doutrinas, só me orgulhando de ser católico e pregando o evangelho verdadeiro que é o nosso cristo!!!! Fiquem na paz de cristo e com o amor de Maria!!
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Avatar de Andre Fay

Andre Fay · 161 semanas atrás

Venho a agradecer pelas esclarecedoras respostas aos ataques agudos, que os catolicos recebem do meio protestante com relação ao assunto.... Ainda mais como no meu caso que também tive e tenho contatos com o meio protesntante.... e confesso que que se não estivermos realmente bem embasados e certos no que cremos como catolicos em relação a palavra; poderemos em pouco tempo aceitar a tais objeções como verdadeiras, e criamos uma grande confusão e até mesmo um enfraquecimento na fé..... migrando para outras igrejas sem de fato conhecer a verdade.
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Avatar de Andre Fay

Andre Fay · 161 semanas atrás

Venho a agradecer pelas esclarecedoras respostas aos ataques agudos, que os catolicos recebem do meio protestante com relação ao assunto.... Ainda mais como no meu caso que também tive e tenho contatos com o meio protesntante.... e confesso que que se não estivermos realmente bem embasados e certos no que cremos como catolicos em relação a palavra; poderemos em pouco tempo aceitar a tais objeções como verdadeiras, e criamos uma grande confusão e até mesmo um enfraquecimento na fé..... migrando para outras igrejas sem de fato conhecer a verdade.
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Avatar de Lucas

Lucas · 157 semanas atrás

Os católicos não adoram imagens, uma prova disso é que o maior texto bíblico que condena a idolatria só existe na bíblia católica, sendo inexistente na bíblia dos protestantes (Sabedoria, capítulos 13 e 14), ou seja, quem são os protestantes para criticar os católicos?

Trechos do livro da Sabedoria (existente apenas na bíblia católica):

Tudo está numa confusão completa - sangue, homicídio, furto, fraude, corrupção, deslealdade, revolta, perjúrio, perseguição dos bons, esquecimento dos benefícios, contaminação das almas, perversão dos sexos, instabilidade das uniões, adultérios e impudicícias - porque o culto de inomináveis ídolos é o começo, a causa e o fim de todo o mal.

(Seus adeptos) incitam o prazer até a loucura, ou fazem vaticínios falsos, ou vivem na injustiça, ou, sem escrúpulo, juram falso, porque, confiando em ídolos inanimados, esperam não ser punidos de sua má fé.

Contudo, o castigo os atingirá por duplo motivo: porque eles desconheceram a Deus, afeiçoando-se aos ídolos, e porque são culpados, por desprezo à santidade da religião, de ter feito juramentos enganadores.

Os protestantes, que acusam os católicos de adorarem ídolos, retiraram este texto, assim como o livro da Sabedoria da bíblia, sendo este livro inexistente na bíblia protestante, se eles condenam a idolatria, então porque retiraram este texto?

Como disseram acima, o Deuteronômio afirma que Deus mandou confeccionar imagens, nâo para adorá-las, mas com um sentido espiritual.

Nós, católicos, adoramos somente a um só Deus, não adoramos a santos e anjos, apenas veneramos e os honramos como os amigos de Deus, sem adorá-los nem colocando-os no lugar d'Ele, pois somente Jesus Cristo deve ser adorado, pois só existe um Deus. afinal, como foi dito, idolatria não é o uso de imagens no culto divino, mas prestar a uma criatura o culto de adoração que devemos exclusivamente a Deus.
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Avatar de Lucas

Lucas · 157 semanas atrás

Os católicos não adoram imagens, uma prova disso é que o maior texto bíblico que condena a idolatria só existe na bíblia católica, sendo inexistente na bíblia dos protestantes (Sabedoria, capítulos 13 e 14), ou seja, quem são os protestantes para criticar os católicos?

Trechos do livro da Sabedoria (existente apenas na bíblia católica):

Tudo está numa confusão completa - sangue, homicídio, furto, fraude, corrupção, deslealdade, revolta, perjúrio, perseguição dos bons, esquecimento dos benefícios, contaminação das almas, perversão dos sexos, instabilidade das uniões, adultérios e impudicícias - porque o culto de inomináveis ídolos é o começo, a causa e o fim de todo o mal.
(Seus adeptos) incitam o prazer até a loucura, ou fazem vaticínios falsos, ou vivem na injustiça, ou, sem escrúpulo, juram falso, porque, confiando em ídolos inanimados, esperam não ser punidos de sua má fé.
Contudo, o castigo os atingirá por duplo motivo: porque eles desconheceram a Deus, afeiçoando-se aos ídolos, e porque são culpados, por desprezo à santidade da religião, de ter feito juramentos enganadores.

Os protestantes, que acusam os católicos de adorarem ídolos, retiraram este texto, assim como o livro da Sabedoria da bíblia, sendo este livro inexistente na bíblia protestante, se eles condenam a idolatria, então porque retiraram este texto?

Como disseram acima, o Deuteronômio afirma que Deus mandou confeccionar imagens, nâo para adorá-las, mas com um sentido espiritual.

Nós, católicos, adoramos somente a um só Deus, não adoramos a santos e anjos, apenas veneramos e os honramos como os amigos de Deus, sem adorá-los nem colocando-os no lugar d'Ele, pois somente Jesus Cristo deve ser adorado, pois só existe um Deus. afinal, como foi dito, idolatria não é o uso de imagens no culto divino, mas prestar a uma criatura o culto de adoração que devemos exclusivamente a Deus.
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Avatar de marcos

marcos · 155 semanas atrás

concordo em gênero,número e grau. parabéns!
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Avatar de marcos

marcos · 155 semanas atrás

concordo em gênero,número e grau. parabéns!
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Avatar de Antonio

Antonio · 146 semanas atrás

Qual o significado de adorar?: amar demais/amor sem limite/sem barreiras ilimitado.

Totalmente diferente de venerar que e ter carinho, consideração, respeito por aqueles que o Senhor do Universo escolheu para nos revelar a existência do Verbo Divino o qual esta no mundo no meio de vós e vós não vê.

Maria foi convidada a fazer parte mistério. O que antes era mistério com o nascimento deixou de ser mistério pois o Verbo se fez carne. Por isso amo-a e respeito-a. Sempre amarei Maria, mãe de Jesus, minha Luz e Meu Senhor...

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1.Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.
2.Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:
3.Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
4.Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
5.Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
6.Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
7.Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!
8.Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
9.Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
10.Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
11.Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.
12.Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.



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